O que nasceu em você na página anterior pertenceu apenas ao seu silêncio. Nenhuma presença além da sua tocou aquelas palavras. Aqui, porém, você se aproxima de um ponto diferente — o ponto em que aquilo que você escreveu pode encontrar um outro olhar, se assim fizer sentido.
Não há pressa. Não há exigência. Nada aqui convoca: apenas recebe o que chega e permanece em silêncio diante do que ainda não está pronto.
Abaixo está a carta que nasceu no processo. Se sentir que ela ainda respira, converse com ela. Se quiser ajustá-la, faça isso agora — o gesto continua enquanto você respira sobre essas linhas.
Enviar minha carta por e-mailAo clicar, o seu programa de e-mail será aberto com esta carta já preenchida, endereçada a Rômulo Loesch Monezi (romuloloeschmonezi@loescheoraculo.com). Ele será a única pessoa a ler o que você decidiu compartilhar — e isso só acontecerá se você realmente quiser enviar.
Talvez você envie esta carta. Talvez não.
O importante é lembrar que alguns gestos pertencem ao mundo exterior,
e outros pertencem apenas ao movimento interior de cada pessoa.
Nem sempre é simples distinguir — e tudo bem.